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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Médicos definem cronograma de paralisação; 6 planos são afetados

Boa tarde amigas de luta

Leiam este post , referente a paralisação dos médicos em atendimentos com alguns planos de saúde, isso é muito importante acompanharmos.

As associações que representam os médicos em São Paulo,
 que decidiram no último dia 30 paralisar o atendimento a parte
 dos planos de saúde, definiram nesta quinta-feira (14) o cronograma
 de paralisação, que começa em setembro.
As que sofrerão com as paralisações são: Gama Saúde, Green Line,
 Intermédica, ABET (da Telefônica), Companhia de Engenharia de Tráfego e Notredame.
Inicialmente dez planos seriam afetados, mas quatro deles -
Porto Seguro, da Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil) e Embratel
- passaram a negociar com as entidades de classe e o atendimento a eles não será mais interrompido.
A paralisação, por tempo indeterminado, afetará apenas uma especialidade
 médica por vez. Por exemplo: em uma semana, clínicos gerais deixarão de atender
 por três dias esses convênios. Na seguinte, é a vez dos oftalmologistas,
 e assim por diante.
Pelo cronograma de paralisação definido ontem, ginecologia e obstetrícia 
devem parar entre 1º e 3 de setembro, otorrinolaringologia entre 8 e 10 
de setembro, pediatria entre 14 e 16 de setembro, pneumologia entre
 21 e 23 de setembro e cirurgia plástica entre 28 e 30 de setembro.
Os anestesiologistas também vão parar acompanhando as áreas que 
estiverem no rodízio. Por exemplo: vão interromper os procedimentos
 ligados à ginecologia na primeira semana, os ligados a otorrinolaringologia
 na segunda semana, e assim por diante.
As urgências e emergências não serão afetadas.
NEGOCIAÇÃO
No último dia 7 de abril, os médicos já haviam realizado uma paralisação
 nacional que afetou todos os planos de saúde. No dia, eles atenderam apenas urgências e emergências.Desde então, as entidades que representam a categoria 
dizem tentar negociar com 15 operadoras, que foram escolhidas aleatoriamente em uma primeira rodada de negociações.As que sofrerão boicote não responderam 
às solicitações de negociação ou não informaram o quanto pretendem reajustar.
Os médicos querem passar a receber dos planos R$ 80 por consulta. Hoje,
 dizem, recebem em média R$ 30.Eles querem ainda a inserção, no contrato
 com as operadoras, de uma cláusula que preveja reajuste anual nos honorários
 com base no índice de aumento das mensalidades dos usuários autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Fonte: UOL
www.oncoguia.com.br

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